{"id":938,"date":"2020-12-16T15:34:11","date_gmt":"2020-12-16T15:34:11","guid":{"rendered":"https:\/\/vitisconsulting.pt\/?page_id=938"},"modified":"2021-03-01T17:45:37","modified_gmt":"2021-03-01T17:45:37","slug":"caracterizacao-socio-economica-do-setor-da-industria-de-moldes-portuguesa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/vitisconsulting.pt\/index.php\/noticias\/caracterizacao-socio-economica-do-setor-da-industria-de-moldes-portuguesa\/","title":{"rendered":"Caracteriza\u00e7\u00e3o socio\u2013econ\u00f3mica do setor da ind\u00fastria de moldes portuguesa"},"content":{"rendered":"\n[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<h2>Caracteriza\u00e7\u00e3o s\u00f3cio\u2013econ\u00f3mica do setor da ind\u00fastria de moldes portuguesa<\/h2>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<p><b>30 de Novembro 2020<\/b><\/p>\n<p><b><\/b><\/p>\n<p><span>O presente documento \u00e9 parte do estudo sobre o \u201cPosicionamento Competitivo da Ind\u00fastria de Moldes\u201d \u2013 edi\u00e7\u00e3o 2020, que estamos a desenvolver e cuja vers\u00e3o completa dever\u00e1 ficar dispon\u00edvel no princ\u00edpio de 2021.<\/span><\/p>\n<p><b><\/b><\/p>\n<p><b>Recursos humanos, concentra\u00e7\u00e3o regional e dimensional<\/b><\/p>\n<p>Na caracteriza\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-econ\u00f3mica do setor de moldes met\u00e1licos, aproveitamos a relativa autonomiza\u00e7\u00e3o das empresas do setor face \u00e0 exist\u00eancia de um c\u00f3digo pr\u00f3prio na Classifica\u00e7\u00e3o Portuguesa de Actividades Econ\u00f3micas, Revis\u00e3o 3, abreviadamente designada por CAE-Rev.3, elaborada pelo Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE)<\/p>\n<p>Efetivamente, o facto de ter sido desdobrado o CAE 2573 \u2013 Fabrica\u00e7\u00e3o de ferramentas a um n\u00edvel inferior com a cria\u00e7\u00e3o do subc\u00f3digo CAE 25734 R3 \u2013 Fabrica\u00e7\u00e3o de moldes met\u00e1licos, permitir concentrar a generalidade das empresas deste setor sem que estejam \u201ccontaminadas\u201d por empresas com outras atividades similares como acontece por exemplo em Espanha, em que s\u00f3 existe no CNAE o c\u00f3digo \u201c2573.- Fabricaci\u00f3n de herramientas\u201d<\/p>\n<p>Assim, tendo presente todas as empresas existentes em Portugal em 2019 com o CAE 25734 retir\u00e1mos as que se encontram inativas nomeadamente por estarem em processos de dissolu\u00e7\u00e3o \/ liquida\u00e7\u00e3o \/ encerramento, o que permitiu obter um universo de 651 empresas.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m, no sentido de n\u00e3o se considerarem empresas que, embora estejam teoricamente ativas, t\u00eam atividade operacional marginal, exclu\u00edmos tamb\u00e9m todas as empresas que n\u00e3o tinham nenhum trabalhador e \/ ou apresentassem proveitos operacionais inferiores a 1.000 euros.<\/p>\n<p>Utiliz\u00e1mos estre crit\u00e9rio para os 7 anos estudados que englobam o per\u00edodo de 2013 a 2019.<\/p>\n<p>Com base nestes crit\u00e9rios, foram em 2019 Identificadas 606 Empresas com 11.184 trabalhadores.<\/p>\n<p>Como as empresas do setor est\u00e3o fundamentalmente concentradas em duas regi\u00f5es centradas nos concelhos da Marinha Grande com 143 empresas e em Oliveira de Azem\u00e9is com 89 empresas, procedemos \u00e9 segmenta\u00e7\u00e3o espacial do setor analisando os 3 distritos nacionais com maior concentra\u00e7\u00e3o de empresas conforme resulta do seguinte mapa:<\/p>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_1.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_1&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;79%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Visualizando o peso de cada regi\u00e3o, podemos concluir que em volume, o distrito de Leiria corresponde na m\u00e9dia dos indicadores analisados a cerca de 55%, dos quais 28% no concelho da Marinha Grande e 15% no concelho de Leiria.<\/p>\n<p>O distrito de Aveiro, onde est\u00e1 situado o outro grande p\u00f3lo do setor, corresponde na m\u00e9dia dos indicadores a 35%, dos quais 25% no concelho de Oliveira de Azem\u00e9is.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Analisando os indicadores individualmente, verificamos que no que diz respeito ao volume da produ\u00e7\u00e3o o distrito de Leiria possui um peso maior da produ\u00e7\u00e3o 56,8% comparativamente ao n\u00famero de empresas 54,3% e trabalhadores 54,9% existentes na regi\u00e3o:<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_2.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>O setor \u00e9 caracterizado por ser constitu\u00eddo por muito pequenas empresas, muitas delas de subcontrata\u00e7\u00e3o especializadas numa atividade do processo produtivo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m por via da pequena dimens\u00e3o m\u00e9dia das empresas, \u00e9 normal parte importante da produ\u00e7\u00e3o de moldes ser dirigida para empresas de engenharia e comercializa\u00e7\u00e3o ou mesmo para outras empresas de moldes quando, face \u00e0 dimens\u00e3o das encomendas \/ projetos as empresas n\u00e3o possuem capacidade de produ\u00e7\u00e3o dentro dos prazos contratados (fator cr\u00edtico).<\/p>\n<p>Desta forma, interessa analisar o \u201cProduto\u201d do setor ou seja, o valor da produ\u00e7\u00e3o anulado dos inputs entre empresas do setor (subcontrata\u00e7\u00e3o e mercadorias), resultando a seguinte distribui\u00e7\u00e3o:<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_3.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Que conjugado com o VAB (Valor acrescentado Bruto) em volume:<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_4.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Permite concluir que \u00e9 agora a regi\u00e3o de Aveiro que possui um peso nestes dois indicadores: 37,4% no produto e 36,3% no VAB superiores ao peso do n\u00famero de empresas existentes na regi\u00e3o; 27,4% e trabalhadores 34,9%.<\/p>\n<p>O que indicia que na regi\u00e3o de Leiria existe uma import\u00e2ncia maior das empresas de comercializa\u00e7\u00e3o \/ engenharia e que tamb\u00e9m as empresas da regi\u00e3o de Aveiro s\u00e3o de maior dimens\u00e3o uma vez que 27,4% das empresas possuem 35% dos 11.184 trabalhadores existentes no setor.<\/p>\n<p>Por outro lado, tamb\u00e9m se deve considerar que no distrito de Aveiro existe uma maior dispers\u00e3o da tipologia dos produtos fabricados nomeadamente com um maior n\u00famero de empresas a fabricarem moldes para inje\u00e7\u00e3o de metais, para o cal\u00e7ado, ferramentas de estampagem e outras ferramentas especiais enquanto que no distrito de Leiria existe uma maior concentra\u00e7\u00e3o de empresas fabricantes de moldes em a\u00e7o para inje\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_5.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_6.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_6&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Por fim o EBITDA (resultados antes das amortiza\u00e7\u00f5es, juros e impostos), est\u00e1 distribu\u00eddo pelas regi\u00f5es na mesma propor\u00e7\u00e3o do n\u00famero de trabalhadores e VAB<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_7.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_7&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Sendo esta a fotografia actual do setor, interessa agora analisar a evolu\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos 7 anos, ou seja no per\u00edodo posterior ao \u00faltimo estudo efectuado sobre este tema editado pela CEFAMOL \u201c Posicionamento Competitivo da Industria de Moldes \u2013 Edi\u00e7\u00e3o de 2014\u201d que abrangeu os anos at\u00e9 2012.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_8.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_8&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Contrariando o que tem sido a tend\u00eancia do setor de permanente crescimento, a produ\u00e7\u00e3o em 2018 estabilizou e em 2019 verifica-se pela primeira vez uma diminui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em termos m\u00e9dios h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o de 8% face ao ano anterior, mais vis\u00edvel na regi\u00e3o de Leiria.<\/p>\n<p>Neste distrito, relativamente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o per capita h\u00e1 mesmo um valor inferior ao apurado em 2013 (96,18 mil euros) fruto de redu\u00e7\u00f5es dr\u00e1sticas j\u00e1 em 2018 com agravamento em 2019 onde se apurou um valor de 85,77 mil euros, o que influenciou a m\u00e9dia do setor que apresenta uma varia\u00e7\u00e3o negativa de 3,6% no per\u00edodo 2013\/2019.<\/p>\n<p>Assim, a produ\u00e7\u00e3o per capita do distrito de Leiria que sempre foi bastante superior ao das outras regi\u00f5es acaba tendencialmente por se aproximar do valor do distrito de Aveiro.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_9.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_9&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_10.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_10&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_11.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_11&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>O Produto segue a mesma tend\u00eancia da Produ\u00e7\u00e3o com um retrocesso em 2019 da mesma dimens\u00e3o, tal como o VAB mas este com uma diminui\u00e7\u00e3o de 9,7% face a 2018, em ambos os casos mais severos na regi\u00e3o de Leiria<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_12.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_12&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>O VAB m\u00e9dio por empresa \u00e9 naturalmente mais elevado na regi\u00e3o de Aveiro fruto da maior dimens\u00e3o das empresas.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_13.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_13&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Os ganhos do VAB per capita obtidos no per\u00edodo 2013 a 2017 acabam por ser perdidos em 2018 e 2019 havendo uma invers\u00e3o entre a regi\u00e3o de Leiria e Aveiro. Esta \u00faltima come\u00e7ou em 2013 com um valor inferior a Leiria e inverte em 2019<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_14.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_14&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_15.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_15&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Dos indicadores analisados o EBITDA \u00e9 o que apresenta pior desempenho, havendo mesmo na regi\u00e3o de Leira um valor em 2019 inferior ao apurado em 2013, sendo que o total do setor \u00e9 s\u00f3 marginalmente superior ao apurado em 2013 (mais 3,7%).<\/p>\n<p>Tal como no VAB per capita, tamb\u00e9m os ganhos do EBITDA m\u00e9dio por empresas obtidos no per\u00edodo 2013 a 2017 acabam por ser perdidos em 2018 e 2019 havendo uma invers\u00e3o entre a regi\u00e3o de Leiria e Aveiro. Esta \u00faltima come\u00e7ou em 2013 com um valor inferior a Leiria e inverte em 2019<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_16.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_16&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_17.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_17&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Pela primeira vez o setor perde em 2019 emprego e empresas face ao ano anterior, embora marginalmente no n\u00famero de trabalhadores com menos 1,6% e o n\u00famero de empresas estabiliza.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 7 anos a cria\u00e7\u00e3o de emprego no setor foi na ordem dos 2.361 trabalhadores, com maior relev\u00e2ncia na regi\u00e3o de Leiria e o n\u00famero l\u00edquido de empresas no mesmo per\u00edodo foi de 66 sendo o crescimento em termos percentuais maior na regi\u00e3o de Aveiro.<\/p>\n<p>Refor\u00e7ou-se em consequ\u00eancia, embora ligeiramente a dimens\u00e3o m\u00e9dia das empresas que de 16,34 trabalhadores por empresa em 2013 passou para 18,46 em 2019.<\/p>\n<p>Comparativamente entre as regi\u00f5es de Leiria e Aveiro, atenuou-se ligeiramente a tend\u00eancia das empresas do distrito de Aveiro serem de maior dimens\u00e3o; 23,54 trabalhadores em m\u00e9dia em 2019 face \u00e0 regi\u00e3o de Leiria com 18,67 trabalhadores em m\u00e9dia.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_18.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_18&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_19.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_19&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>A redu\u00e7\u00e3o da actividade nos dois \u00faltimos anos acaba tamb\u00e9m por se refletir o volume de investimento, embora este continue a ter um peso significativo face \u00e0 natureza de um setor de capital intensivo, apresentando em 2019 a regi\u00e3o de Aveiro pela primeira vez um volume de investimento superior \u00e0 regi\u00e3o de Leiria.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_20.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_20&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Por fim analisamos a estrutura financeira das empresas utilizando para o efeito o indicador de autonomia financeira que relaciona os capitais pr\u00f3prios com o total do Activo.<\/p>\n<p>Para determina\u00e7\u00e3o deste indicador retiramos da base de dados todas as empresas que apresentavam uma autonomia financeira negativa e procedemos ao apuramento da m\u00e9dia dos valores individuais de cada empresa de forma a que o resultado n\u00e3o fosse influenciado pelos valores das empresas de maior dimens\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao longo do per\u00edodo estudado verifica-se uma relativa estabilidade a rondar os 39% com uma melhoria ligeira nas empresas da regi\u00e3o de Aveiro.<\/p>\n<p>Se tiv\u00e9ssemos considerado todas as empresas mesmo com capitais pr\u00f3prios negativos, a autonomia financeira viria diminu\u00edda em todas as regi\u00f5es em cerca de 8%.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_21.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_21&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;50%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p><strong>Remunera\u00e7\u00f5es e ganhos m\u00e9dios<\/strong><\/p>\n<p>Sendo os recursos humanos factor cr\u00edtico no setor, interessa avaliar a evolu\u00e7\u00e3o dos custos salariais que integram n\u00e3o s\u00f3 a remunera\u00e7\u00e3o base como tamb\u00e9m todos os complementos e encargos sociais.<\/p>\n<p>A varia\u00e7\u00e3o percentual 2013 versus 2019 em termos acumulados \u00e9 de 9,5% ou seja uma m\u00e9dia simples anual de 1,36% e uma m\u00e9dia ponderada anual de 1,53%.<\/p>\n<p>Os custos salariais sempre foram superiores na regi\u00e3o de Aveiro mas a regi\u00e3o de Leiria tem vindo a aproximar-se.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_22.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_22&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;80%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Se considerarmos apenas a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia anual por trabalhador apuramos um valor no setor de 20.230 euros.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_23.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_23&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;50%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Considerando a m\u00e9dia do agregado, comparando a situa\u00e7\u00e3o em 2013 versus 2019, assiste-se a um maior peso das mulheres no conjunto dos recursos humanos, com uma evolu\u00e7\u00e3o mais significativa na regi\u00e3o de Aveiro.<\/p>\n<p>No setor, em 2019 as mulheres representam cerca de 15% da for\u00e7a laboral.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_24.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_24&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;50%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p><strong>Mercados estrat\u00e9gicos<\/strong><\/p>\n<p>A ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias pl\u00e1sticas tem um efeito multiplicador na ind\u00fastria de moldes &#8211; se considerarmos que cada molde permite a produ\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de pe\u00e7as \u2013 pelo que a integra\u00e7\u00e3o destas cadeias de valor tem um impacto consider\u00e1vel na economia global.<\/p>\n<p>\u00c9 neste contexto que a ind\u00fastria de moldes \u00e9 um exemplo assumido de aplica\u00e7\u00e3o da transforma\u00e7\u00e3o digital (ind\u00fastria 4.0, digitaliza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria, intelig\u00eancia artificial, fabrica\u00e7\u00e3o aditiva, etc) e da economia circular, tornando-se crescentemente de capital e conhecimento intensivos, assumindo como pilares do seu desenvolvimento a inova\u00e7\u00e3o e a sustentabilidade.<\/p>\n<p>Os componentes em pl\u00e1stico, de fundi\u00e7\u00e3o injectada e de ferramentas especiais para a ind\u00fastria autom\u00f3vel representam o mercado estruturante das empresas do setor, que integram o cluster <em>Engineering &amp; Tooling<\/em>, n\u00e3o apenas pelo grau de depend\u00eancia e de envolvimento (cerca de 82%), mas tamb\u00e9m pelo volume de neg\u00f3cios e inova\u00e7\u00e3o que aportam.<\/p>\n<p>Efetivamente a ind\u00fastria de moldes \u00e9 considerada uma ind\u00fastria infraestruturante por estar no caminho cr\u00edtico do desenvolvimento da generalidade dos produtos globais, sendo por isso classificada pela Comiss\u00e3o Europeia uma \u201c<em>Enabling industry<\/em>\u201d no \u00e2mbito da estrat\u00e9gia europeia e dos programas comunit\u00e1rios de apoio.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_25.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_25&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;50%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>De acordo com a AFIA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o de Fabricantes para a Ind\u00fastria Autom\u00f3vel, as exporta\u00e7\u00f5es de componentes at\u00e9 Setembro de 2020, fixaram-se em 6,1 mil milh\u00f5es de euros, representando uma diminui\u00e7\u00e3o de 16,3% face ao per\u00edodo hom\u00f3logo de 2019, o que representa uma quebra das vendas ao exterior na ordem dos 2,1 mil milh\u00f5es de euros com especiais implica\u00e7\u00f5es no mercado do Reino Unido (-34,1%), franc\u00eas (-30,3%), Alem\u00e3o (- 14,5%) e Espanhol (-15,2%).<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_26.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_26&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;50%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>A evolu\u00e7\u00e3o no terceiro trimestre de 2020 permitia antecipar uma recupera\u00e7\u00e3o do mercado que, infelizmente n\u00e3o se dever\u00e1 concretizar face ao agravamento da pandemia Covid \u2013 19 em todo o Mundo sentida no 4 trimestre do ano (segunda vaga).<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_27.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_27&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;50%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_28.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_28&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;50%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o e Produto Setorial<\/strong><\/p>\n<p>Sendo uma empresa uma unidade de produ\u00e7\u00e3o, do somat\u00f3rio da produ\u00e7\u00e3o de todas as empresas do Setor resulta a chamada Produ\u00e7\u00e3o Setorial. Distingue-se este conceito do agregado macroecon\u00f3mico <u>Produto do Setor<\/u>, pelo facto de, no c\u00f4mputo deste \u00faltimo, deverem ser exclu\u00eddos os custos incorporados provenientes de outras empresas do Setor.<\/p>\n<p>Como anteriormente referido \u00e9 corrente a subcontrata\u00e7\u00e3o a outras empresas do Setor de opera\u00e7\u00f5es produtivas (maquina\u00e7\u00f5es, projeto, testes, etc.), como a aquisi\u00e7\u00e3o de partes de moldes (p.e. estruturas) ou mesmo moldes completos. Este aspeto \u00e9 ainda mais relevante se considerarmos o elevado peso que possuem no Setor as chamadas empresas <em>trading<\/em> ou de <em>engenharia<\/em>, muitas delas operando com o mesmo CAE das empresas fabricantes de moldes.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o se procedesse a estes ajustes haveria um \u00f3bvio efeito multiplicativo do Produto do Setor.<\/p>\n<p>Das \u00f3ticas tradicionais de c\u00e1lculo do Produto Nacional: a da produ\u00e7\u00e3o; a do rendimento, a da despesa, a primeira \u00e9 a que se afiguraria mais adequada para, por analogia procedermos ao c\u00e1lculo do Produto do Setor.<\/p>\n<p>Um dos m\u00e9todos mais utilizados para calcular o Produto Nacional na \u00f3tica da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 o dos valores acrescentados. Se este m\u00e9todo \u00e9 eficaz numa perspetiva de Produto Nacional j\u00e1 n\u00e3o o \u00e9 numa perspetiva setorial, uma vez que, naturalmente, nem todos os consumos interm\u00e9dios s\u00e3o <em>inputs<\/em> de outras empresas do Setor, quest\u00e3o que n\u00e3o se coloca numa perspetiva de Produto Nacional.<\/p>\n<p>Ora, a divulga\u00e7\u00e3o por parte do Banco de Portugal do valor m\u00e9dio do Setor dos consumos interm\u00e9dios de uma forma agregada sem destrin\u00e7ar o que s\u00e3o materiais, mercadorias, subcontratos e outros fornecimentos e servi\u00e7os, introduz limita\u00e7\u00f5es na determina\u00e7\u00e3o do Produto do Setor. Contudo, a estrutura de custos do Setor \u00e9 relativamente est\u00e1vel e conhecida por via dos estudos que a Associa\u00e7\u00e3o \u2013 CEFAMOL &#8211; tem vindo a promover e das a\u00e7\u00f5es de <em>benchmarking<\/em> desenvolvidas.<\/p>\n<p>Fundamentalmente a an\u00e1lise desenvolvida no ponto 2.1 acima, permitiu obter valores rigorosos da estrutura de custos de todas as empresas ativas e relevantes do setor.<\/p>\n<p>Portanto, \u00e9 relativamente seguro afirmar que os valores registados nas contas de subcontratos se referem na esmagadora maioria a opera\u00e7\u00f5es produtivas efetuadas por outras empresas do Setor, e que igualmente, os valores registados em vendas de mercadorias se referem tamb\u00e9m na totalidade a moldes completos adjudicados a outras empresas do Setor por falta pontual de capacidade instalada, ou por serem empresas de <em>trading<\/em> e\/ou engenharia.<\/p>\n<p>Com base na metodologia indicada, apuramos o valor do produto e o seu peso do com\u00e9rcio internacional.<\/p>\n<p>De referir que o Setor, no seu todo, inclui segmentos cuja produ\u00e7\u00e3o se destina de uma forma significativa para o mercado nacional, como sejam os moldes para o cal\u00e7ado, os cunhos e cortantes e os moldes para metais. Estima-se que o peso do com\u00e9rcio internacional no valor do produto dos moldes para ind\u00fastria de pl\u00e1sticos seja um pouco superior \u00e0 m\u00e9dia global do Setor expressa no quadro abaixo.<\/p>\n<p>Por outro lado, conjugando dados estat\u00edsticos do INE no que se refere \u00e0s contas p\u00fablicas, com informa\u00e7\u00e3o retirada dos IES e constante na central de balan\u00e7os do Banco de Portugal para as empresas do CAE 25734 R3, e ainda, estat\u00edsticas de exporta\u00e7\u00e3o da AICEP referentes ao NC 8480 (moldes), podemos extrair a informa\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para enquadrar o Setor de moldes na estrutura macroecon\u00f3mica do Pa\u00eds.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_29.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_29&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;79%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Analisando o comportamento do setor nos \u00faltimos 14 anos (a pre\u00e7os correntes) podemos identificar uma evolu\u00e7\u00e3o semelhante entre os valores da produ\u00e7\u00e3o, do produto e das vendas para mercados externos, notando-se nos \u00faltimos anos um ligeiro aumento da distancia entre o valor da produ\u00e7\u00e3o e do produto o que indicia uma degrada\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de opera\u00e7\u00e3o por via da diminui\u00e7\u00e3o do grau de transforma\u00e7\u00e3o, fruto de condi\u00e7\u00f5es de mercado mais agressivas.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_30.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_30&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;79%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Fazendo a mesma an\u00e1lise a pre\u00e7os constantes de 2019 com base no \u00edndice de pre\u00e7os do consumidor publicados pelo INE, a evolu\u00e7\u00e3o das linhas atenua-se mantendo-se a mesma evolu\u00e7\u00e3o com um pico em 2017 e degrada\u00e7\u00e3o em 2018 que continuou de forma mais acentuada em 2019.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_31.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_31&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;79%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_32.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_32&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;79%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Embora o PIB per capita e o produto per capita do setor, n\u00e3o sendo indicadores totalmente compar\u00e1veis, permitem contudo visualizar o comportamento da produtividade nacional com o indicador mais pr\u00f3ximo do setor.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_33.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_33&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;79%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Sendo o valor do setor nitidamente mais elevado, verifica-se, embora marginalmente um crescimento sustentado do PIB per capita a partir de 2014, sendo que o produto per capita estagna em 2015 com degrada\u00e7\u00e3o em 2018 e 2019.<\/p>\n<p>Fazendo a an\u00e1lise a pre\u00e7os constantes de 2019 a estagna\u00e7\u00e3o do setor inicia-se em 2014.<\/p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_34.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_34&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;79%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/vitisconsulting.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/202012_35.jpg&#8221; title_text=&#8221;202012_35&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; max_width=&#8221;79%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_button button_url=&#8221;@ET-DC@eyJkeW5hbWljIjp0cnVlLCJjb250ZW50IjoicG9zdF9saW5rX3VybF9wYWdlIiwic2V0dGluZ3MiOnsicG9zdF9pZCI6IjMyIn19@&#8221; button_text=&#8221;Not\u00edcias&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.1&#8243; _dynamic_attributes=&#8221;button_url&#8221; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_button=&#8221;on&#8221; button_border_width=&#8221;0px&#8221; button_border_radius=&#8221;0px&#8221; button_icon=&#8221;%%43%%&#8221; button_icon_placement=&#8221;left&#8221; button_on_hover=&#8221;off&#8221;][\/et_pb_button][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caracteriza\u00e7\u00e3o s\u00f3cio\u2013econ\u00f3mica do setor da ind\u00fastria de moldes portuguesa30 de Novembro 2020 O presente documento \u00e9 parte do estudo sobre o \u201cPosicionamento Competitivo da Ind\u00fastria de Moldes\u201d \u2013 edi\u00e7\u00e3o 2020, que estamos a desenvolver e cuja vers\u00e3o completa dever\u00e1 ficar dispon\u00edvel no princ\u00edpio de 2021. 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