{"id":140,"date":"2020-10-29T16:14:20","date_gmt":"2020-10-29T16:14:20","guid":{"rendered":"https:\/\/vitisconsulting.pt\/?page_id=140"},"modified":"2020-11-17T22:40:18","modified_gmt":"2020-11-17T22:40:18","slug":"recuperacao-iva","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/vitisconsulting.pt\/index.php\/noticias\/recuperacao-iva\/","title":{"rendered":"Recupera\u00e7\u00e3o IVA"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<\/p>\n<h3><span>Recupera\u00e7\u00e3o do IVA<\/span><\/h3>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<\/p>\n<p><strong><span>Abril 2020<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span>ALTERA\u00c7\u00d5ES IMPORTANTES NO REGIME DE RECUPERA\u00c7\u00c3O DO IVA DE CR\u00c9DITOS DE COBRAN\u00c7A DUVIDOSA E\/OU INCOBR\u00c1VEIS<\/span><\/strong><span>\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Com o OGE que entrou em vigor em 1 de abril 2020 e com as interpreta\u00e7\u00f5es constantes no Of\u00edcio Circulado N.\u00ba: 30219, de 2020-04-02, foi alterado o regime em vigor nos seguintes termos:<\/span><\/p>\n<p><strong>1 <\/strong><span>\u2013Reduz-se de 24 para 12 meses a mora do cr\u00e9dito para efeitos da possibilidade de se proceder \u00e0 regulariza\u00e7\u00e3o do IVA nos cr\u00e9ditos de cobran\u00e7a duvidosa, em que o devedor seja sujeito passivo no regime normal ou misto e para cr\u00e9ditos de valor superior a \u20ac 750, IVA inclu\u00eddo, quando se trate de devedor particular ou sujeito passivo no regime de isen\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span>Os cr\u00e9ditos que, \u00e0 data da entrada em vigor da Lei do OE2020, se encontravam em mora h\u00e1 menos de 24 meses, mas h\u00e1 mais de 12 meses contados desde o momento em que se verificou o respetivo vencimento, passam, naquela data (1 de abril), a ser considerados cr\u00e9ditos de cobran\u00e7a duvidosa, verificados que sejam os restantes requisitos para o efeito.<\/span><\/p>\n<p><span>\u00a0Atendendo a que o n.\u00ba 1 do artigo 78.\u00ba-B estabelece o prazo de seis meses, contados a partir da data em que os cr\u00e9ditos sejam considerados de cobran\u00e7a duvidosa, para apresenta\u00e7\u00e3o de pedido de autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via com vista \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o do imposto a eles associado, deve considerar-se que, no caso previsto no par\u00e1grafo anterior, este prazo se inicia na data da entrada em vigor da Lei do OE2020, ou seja, no dia 1 de abril. (al\u00ednea a) do n.\u00ba 2 do artigo 78.\u00ba)<\/span><\/p>\n<p><span><\/span><\/p>\n<p><strong>2<\/strong><span>&#8211; Procedimento de regulariza\u00e7\u00e3o com vista \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o do IVA contido em cr\u00e9ditos de cobran\u00e7a duvidosa (art.\u00ba 78.\u00ba-B) &#8211; Reduz-se o prazo para o indeferimento t\u00e1cito da autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via a apresentar com vista \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o do IVA contido em cr\u00e9ditos de cobran\u00e7a duvidosa, de 8 para 4 meses, o que permite acelerar um processo de rea\u00e7\u00e3o por parte do contribuinte. <\/span><\/p>\n<p><span>Findo este prazo sem que tenham sido apreciados, os pedidos de autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via consideram-se:<\/span><\/p>\n<p><span>\u2013 Indeferidos \u2013 se de montante igual ou superior a \u20ac 150.000, IVA inclu\u00eddo, por fatura;<\/span><\/p>\n<p><span>\u2013 Deferidos \u2013 se de montante inferior a \u20ac 150.000, IVA inclu\u00eddo, por fatura.<\/span><\/p>\n<p><span><\/span><\/p>\n<p><strong>3<\/strong><span>&#8211; Certifica\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es para a dedu\u00e7\u00e3o do IVA contido em cr\u00e9ditos de cobran\u00e7a duvidosa e em cr\u00e9ditos incobr\u00e1veis (art.\u00ba 78.\u00ba-D) A certifica\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es para a dedu\u00e7\u00e3o do IVA dos cr\u00e9ditos de cobran\u00e7a duvidosa e dos cr\u00e9ditos incobr\u00e1veis passa a poder ser efetuada tamb\u00e9m por Contabilista Certificado (CC) independente.<\/span><\/p>\n<p><span>Nos cr\u00e9ditos de cobran\u00e7a duvidosa, para situa\u00e7\u00f5es em que a regulariza\u00e7\u00e3o de imposto n\u00e3o exceda \u20ac 10 000,00 por declara\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica, a certifica\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser efetuada por CC ou por Revisor Oficial de Contas (ROC); acima desse valor, a certifica\u00e7\u00e3o \u00e9 exclusivamente efetuada por ROC.<\/span><\/p>\n<p><span>Para os cr\u00e9ditos incobr\u00e1veis, a certifica\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser efetuada por ROC ou por CC, n\u00e3o sendo, neste caso, estabelecido qualquer valor limite para a certifica\u00e7\u00e3o do CC.<\/span><\/p>\n<p><span>Assim, os n.\u00bas 1, 2 e 3 do artigo 78.\u00ba-D passam a ter a seguinte reda\u00e7\u00e3o:<\/span><\/p>\n<p><em><span>\u00a0<\/span>\u201c1 \u2013 A identifica\u00e7\u00e3o da fatura relativa a cada cr\u00e9dito de cobran\u00e7a duvidosa, a identifica\u00e7\u00e3o do adquirente, o valor da fatura e o imposto liquidado, a realiza\u00e7\u00e3o de dilig\u00eancias de cobran\u00e7a por parte do credor e o insucesso, total ou parcial, de tais dilig\u00eancias, bem como outros elementos que evidenciem a realiza\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es em causa, devem encontrar-se documentalmente comprovados e ser certificados nos seguintes termos:<\/em><\/p>\n<ol>\n<li><em><span><\/span>a) Por revisor oficial de contas ou contabilista certificado independente, nas situa\u00e7\u00f5es em que a regulariza\u00e7\u00e3o de imposto n\u00e3o exceda 10 000 \u20ac por declara\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica;<\/em><\/li>\n<li><em><span><\/span>b) Exclusivamente por revisor oficial de contas, nas restantes situa\u00e7\u00f5es.<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p><em><span>\u00a0<\/span>2 \u2013 A certifica\u00e7\u00e3o por revisor oficial de contas ou por contabilista certificado independente prevista no n\u00famero anterior \u00e9 efetuada para cada um dos documentos e per\u00edodos a que se refere a regulariza\u00e7\u00e3o e at\u00e9 \u00e0 entrega do correspondente pedido, sob pena de o pedido de autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via n\u00e3o se considerar apresentado, devendo a certifica\u00e7\u00e3o ser feita, no caso da regulariza\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos n\u00e3o depender de pedido de autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, at\u00e9 ao termo do prazo estabelecido para a entrega da declara\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica ou at\u00e9 \u00e0 data de entrega da mesma, quando esta ocorra fora do prazo.<\/em><\/p>\n<p><em>3 \u2013 O revisor oficial de contas ou o contabilista certificado independente devem, ainda, certificar que se encontram verificados os requisitos legais para a dedu\u00e7\u00e3o do imposto respeitante a cr\u00e9ditos considerados incobr\u00e1veis, atento o disposto no n.\u00ba 4 do artigo 78.\u00ba-A.\u201d<\/em><\/p>\n<p><span>\u00a0<\/span><\/p>\n<p><em>Esta comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 de natureza geral e meramente informativa, n\u00e3o se destinando a qualquer entidade ou situa\u00e7\u00e3o particular, e n\u00e3o substitui aconselhamento profissional adequado ao caso concreto.<span>\u00a0 <\/span>A <\/em><strong><em>Vitis <\/em><\/strong><em>n\u00e3o se responsabilizar\u00e1 por qualquer dano ou preju\u00edzo emergente de decis\u00f5es tomadas com base na informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica e sint\u00e9tica aqui descrita.<\/em><\/p>\n<p><em>O texto foi elaborado com base na melhor informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel \u00e0 data da sua edi\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.6.5&#8243; 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